Reforma eleitoral: o que as mulheres ganham?

Por Patrícia Rangel - Cfemea -   A reforma eleitoral foi aprovada em 16/09, estabelecendo novas regras para as eleições do ano que vem e os futuros pleitos. A última etapa da tramitação do projeto foi realizada em tempo recorde: em 15/09, o projeto passou no Senado e, no dia seguinte, já havia sido votado na Câmara, que rejeitou quase todas as alterações da Câmara Alta e encaminhou o texto final para ser sancionado pelo Presidente da República.

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Reforma Política – Muitas propostas, pouca ação

Por Juliana Cipriani - Correio Braziliense -

Desde 1991, 283 projetos foram apresentados com o objetivo de mudar o sistema eleitoral. Mas o ano termina sem alterações profundas.

Escândalos de corrupção, problemas com dinheiro não contabilizado de campanhas eleitorais, trocas de partido e proliferação de legendas de aluguel. Temas que se repetem a cada ano e, ainda assim, não são suficientes para mobilizar os 513 deputados e 81 senadores a votar mudanças na legislação necessárias para restringir práticas que pioram a imagem do sistema político brasileiro. E não é por falta de matéria-prima. Estudo da Câmara dos Deputados mostra que desde 1991 já foram apresentadas 283 propostas para alterar o sistema político e eleitoral do país, entre tentativas de emenda à constituição e projetos de lei. Mais uma vez, os principais temas da tão espinhosa reforma estão parados no Legislativo.

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Enquanto a reforma político-eleitoral não vem

Por ENIO SILVA -

Na reforma politico-eleitoral estão colocados alguns tópicos, tais como: a fidelidade partidária (que está em regulamentação pelo poder judiciário), o financiamento público das campanhas eleitorais e a lista partidária (voto na legenda) para o Parlamento.

 

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Feijó, da CUT: já passou da hora de uma reforma política no país

Brasília - Em meio a tanta denúncia de corrupção, de esquemas de pagamento de propina, o vice-presidente nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), José Lopez Feijóo, acredita que já passou da hora de uma reforma política no país.  "Infelizmente, o Congresso Nacional não conseguiu avançar nessa questão", lamentou Feijóo ao fazer um balanço de 2009 e da atuação do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, onde é conselheiro e um dos representantes dos trabalhadores. Outra queixa do sindicalista é sobre a morosidade do Congresso Nacional para discutir e aprovar uma reforma tributária que modernize a economia nacional.
 

Quanto aos problemas econômicos e financeiros, que retardaram o crescimento brasileiro em 2009, Feijoó destaca ações do conselho adotadas pelo comitê especial de acompanhamento da crise. Uma delas, sugerida ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi a redução da taxa básica de juros, que deste julho vem sendo mantida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) em 8,75% ao ano.

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