Feijó, da CUT: já passou da hora de uma reforma política no país

 

Feijoó destacou ainda as medidas de desoneração adotadas pelo governo para combater a crise e uma série de contrapartidas junto aos empresários para que os empregos fossem mantidos no intuito de aliviar um pouco os efeitos do enfraquecimento da economia no bolso do trabalhador e tentar reduzir o impacto da redução dos postos de trabalho com certa proteção ao emprego.

 

“Acho que foi um ano positivo. Estamos saindo da maior crise do capitalismo das últimas dez décadas, gerando emprego. Coisa que no mundo não está acontecendo. Gerando um milhão de postos de trabalho”, disse.

 

O representante dos trabalhadores acredita ser factível o país gerar mais de 2 milhões novos postos de emprego como estima o ministro do Trabalho, Carlos Lupi. Segundo ele, será “extremamente viável” este crescimento no nível de emprego no país, já que no ano de 2009, com a crise, foi gerado um milhão de postos de trabalho.

 

O vice-presidente da CUT acredita que 2010 será um ano muito bom não só do ponto de vista econômico, mas também sobre a ótica do desenvolvimento. “Só espero coisas boas e que todos tenham um bom ano novo”.

Daniel Lima
Repórter da Agência Brasil

 

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