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Nem Bolsonaro, Nem Mourão: queremos nova eleição!

A Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma do Sistema Político lançou na última semana um manifesto pelo julgamento das ações no Tribunal Superior Eleitoral pela cassação da chapa Bolsonaro-Mourão. O julgamento se refere as investigações que tratam de possíveis ilegalidades nas eleições de 2018 e que estão paradas na corte.

São seis processos que envolvem abuso do poder econômico, caixa 2 e disseminação de notícias falsas. De acordo com a Constituição Federal, se o TSE cassar a chapa até o final deste ano, devem ser convocadas novas eleições diretas.

Luciano Caparroz, integrante da Plataforma, lembra que em 2018 o TSE cassou os governadores do Tocantins e Amazonas promovendo eleições suplementares, e explica a necessidade acelerar a análise dos processos que envolvem o presidente da República.

Ouça o programa e conheça a campanha “Nem Bolsonaro, Nem Mourão: queremos nova eleição!”

O risco que as domésticas correm

A pandemia do novo coronavírus levou muitas trabalhadoras domésticas a perderam a renda. Aquelas que conseguiram manter os empregos convivem com o medo de se infectar com a Covid-19. No final de março, o STF garantiu que, caso essas trabalhadoras contraiam o vírus, elas possam buscar direitos.

Recentemente o governo do Pará assinou um decreto que considera o serviço doméstico essencial, o que na avaliação da presidenta da Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas, Luiza Batista, leva a trabalhadora se expor a riscos.  

Saiba mais no programa desta semana.

Imigrantes com direito à renda emergencial enfrentam obstáculos

Imigrantes residentes no Brasil, incluindo aqueles em situação de refúgio, têm direito ao pagamento do auxílio emergencial de 600 reais. O benefício do governo federal é estendido ao trabalhador estrangeiro que cumpre todas as regras dos trabalhadores brasileiros, mas as os obstáculos para receber o benefício criado para atenuar os efeitos do coronavírus sobre a renda são muitos.

Confira

Renda básica emergencial e a população quilombola

A renda básica emergencial foi criada para ajudar as pessoas que estão passando por dificuldades financeiras nesse período da pandemia. Mas muitas não conseguem acessar esse benefício, como os quilombolas. Eles moram em comunidades distantes dos centros urbanos e a maioria não tem energia elétrica e muito menos internet.

A Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas, (Conaq) tem divulgado os canais de acesso ao benefício e tirado dúvidas dos quilombolas. O trabalho enfrenta dificuldades, como explica Givania Maria da Silva, fundadora e integrante da Conaq, entidade que integra a Plataforma dos Movimentos Sociais Pela Reforma do Sistema Político.

Ouça:

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