Nem nas igrejas, nem nas urnas: muitas evangélicas dizem não à submissão
Por Lauana A. Flor* Há um projeto em curso que une a extrema-direita e a bancada evangélica para manter as mulheres submissas, sem voz e confinadas a um padrão estético…
Por Lauana A. Flor* Há um projeto em curso que une a extrema-direita e a bancada evangélica para manter as mulheres submissas, sem voz e confinadas a um padrão estético…
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As Secretarias Nacionais de Mulheres do PT, PC do B, PDT, PSB e PSOL, juntamente com a CUT, a CTB e a Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma do Sistema…
A comissão de reforma política do Senado encerrou nesta quinta-feira suas atividades ao aprovar a adoção de cotas para mulheres nas eleições. A proposta determina que 50% das vagas nas eleições proporcionais (deputados e vereadores) sejam destinadas às mulheres, com alternância entre um homem e uma mulher nas listas fechadas de candidatos --novo sistema eleitoral aprovado pela comissão.
A lei eleitoral atual diz que 30% das candidaturas proporcionais devem ser ocupadas por mulheres. No entanto, a Justiça Eleitoral flexibilizou a norma por conta da dificuldade dos partidos para cumpri-la.
A Comissão Especial da Reforma Política realiza na quinta-feira (14) audiência pública com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE),
Por Patrícia Rangel - Cfemea - A reforma eleitoral foi aprovada em 16/09, estabelecendo novas regras para as eleições do ano que vem e os futuros pleitos. A última etapa da tramitação do projeto foi realizada em tempo recorde: em 15/09, o projeto passou no Senado e, no dia seguinte, já havia sido votado na Câmara, que rejeitou quase todas as alterações da Câmara Alta e encaminhou o texto final para ser sancionado pelo Presidente da República.