Debate na Cúpula dos Povos: O Poder Popular na América Latina

Durante a Cúpula dos Povos, o tema da Reforma Política e a iniciativa popular serão debatidas na Mesa Redonda “O poder popular na América Latina: experiências e expectativas para o século XXI”.

A atividade acontecerá no dia 16 (sábado), a partir das 10h. O código de identificação da atividade é 42835 / I.D. 1425.

A proposta da atividade é debater o poder popular na América Latina, a partir de experiências no Brasil, na Venezuela, Bolívia e no Equador. A atividade contarpa com uma ampla rede de organizações/coletivos/instituições interessadas em refletir sobre o século XXI a partir de uma perspectiva de democratização do Estado como meio para se atingir um projeto de sociedade mais justo e sustentável.

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16° Parada do Orgulho LGBT busca equilíbrio entre festa e política

Centenas de milhares de pessoas ocuparam a avenida Paulista neste domingo (10), durante a 16° Parada do Orgulho LGBT, em São Paulo. Na linha de frente do evento, políticos e militantes afiavam o discurso de embate à homofobia. No chão, gays, lésbicas e simpatizantes se aglomeravam em clima festivo.

O casal de namorados Luiz Costa e Rafael Silva chamava a atenção de quem passava pelas fantasias de policiais. Porém, não perderam o compromisso com os temas da Parada. “Muitas vezes a gente sofre preconceito e chacota, na rua, e hoje é o dia de extravasar nosso orgulho, mas sem perder o nosso foco.”

Quem corrobora o discurso de Costa é o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ). “A festa também é política. Você abrir um espaço como a avenida Paulista, no coração da cidade, para expor seu ponto de vista, é um ato político, vai fazer com que as pessoas reflitam. Mesmo se for uma festa, traz visibilidade”, explicou o deputado.

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Mulheres na política: estrutura partidária e financiamento são obstáculos

O Brasil é o país da América Latina que possui a menor quantidade de mulheres na política. Dados divulgados pela Inter-Parlamentary Union (IPU), órgão que reúne dados sobre o Legislativo em todo o mundo, mostram que apenas 13% das mulheres brasileiras estão no parlamento. O resultado dessa pesquisa chamou a atenção dos professores do Departamento de Ciência Política da Unicamp e pesquisadores do Centro de Estudos de Opinião Pública (Cesop), Raquel Maneguello e Bruno Speck, que decidiram fazer o projeto de pesquisa “Mulheres e Negros na Política – Estudo exploratório sobre desempenho eleitoral em quatro estados brasileiros”.

O projeto foi financiado pela Unifem, órgão das Nações Unidas para Empoderamento das Mulheres (agora ONU Mulher). Ao todo foram entrevistados 42 parlamentares membros de partidos do Pará, São Paulo, Santa Catarina e Bahia para avaliar os obstáculos que as mulheres e os negros têm para ingressar no parlamento. O foco da pesquisa foram as eleições de 2006 e 2010.

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ONU enumera novos e velhos problemas do Brasil

O relatório final do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a situação do Brasil, apresentado no último dia 30 em Genebra (Suíça), enumera novos e velhos problemas do país no cumprimento dos direitos básicos da população. Se houve avanço em algumas questões, a Copa e a Olimpíada se destacaram como fatores que ajudam a agravar velhas violações cometidas pelo Estado contra os próprios cidadãos.

Submetido pela segunda vez à Revisão Periódica Universal, juntamente com outras 170 nações, o Brasil caminhou bem ao admitir problemas antigos, como a superlotação do sistema prisional, avalia a coordenadora de Política Externa da Conectas, Camila Asano. Cinco preocupações foram destacadas pelos países: os efeitos das grandes obras para a remoção forçada das populações; as execuções promovidas por forças policiais; a violência contra a mulher; a insegurança dos defensores de direitos humanos, e a necessidade de melhorar a proteção de povos indígenas e quilombolas.

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