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Plenária discute os próximos passos da Campanha pela Constituinte Exclusiva


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Após a entrega das 7,7 milhões de assinaturas aos representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, os militantes, reunidos na V Plenária Nacional do Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva e Soberana, traçaram os próximos passos da Campanha.

De acordo com as resoluções da plenária, os comitês locais e estaduais serão mantidos através de encontros e reuniões regulares. Ficou definido também que, ainda esse ano, cada estado fará um encontro para definir as linhas gerais de ação de luta estadual pela Constituinte. 

Para Ricardo Gebrim, integrante da Consulta Popular e integrante do comitê nacional da campanha, a mobilização popular representada nos quase 8 milhões de votos assinalam a vitória de todos aqueles que levantam as bandeiras das lutas populares.

“Essa é uma vitória expressiva, temos clareza do papel histórico dessa campanha e temos certeza de que nós vamos abrir novas possibilidades para as lutas populares. É exatamente na luta pela obtenção da Constituinte que os setores populares ganharão força para obter as conquistas na sua realização. Na medida em que transformamos a bandeira da Constituinte do Sistema Político em uma luta popular, vamos construir a mudança na correlação de forças”, projetou Gebrim. 

A Campanha também organizará espaços de formação política de militantes,  através de debates, seminários e grupos de estudos que terão como temática a importância da Reforma Política no Brasil e a necessidade de uma nova Constituinte, mas exclusiva para a reforma sistema político.

Neste sentido, ações de rua e denúncias sobre o financiamento privado de campanha e a falta de representação dos setores populares no Congresso também se manterão ativos durante todo este processo. 

O Ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho,que também esteve presente na V Plenária,  reiterou a importância de uma campanha como a do plebiscito ser organizada por movimentos sociais e majoritariamente por jovens.

 “Levantar a bandeira de uma reforma política em meio a uma campanha política que é um momento em que o país debate qual projeto vai escolher pelo próximos quatro anos é de uma baita grandeza. Hoje o projeto de uma nova Constituinte está parada por conta de um voto, a pressão popular é o que de fato trará a vitória na luta pelo Plebiscito Oficial”, finalizou.